Alimentação saudável

Que tal uma pimentinha? Para ajudá-lo, trouxemos uma seleção de pimentas e dicas valiosas. Leia já!

20:04:00Revista Conexão Nordeste

Por Marcia Cruz

Saborosa, a pimenta tem que está na medida certa. Se bem que esta medida vai estar muito de acordo com o paladar de cada um. Alguns gostam dela mais forte. Outros, mais amena. E outros nem querem saber de nada apimentado.

Como boa serbaiana que sou, gosto da pimenta. Mas sem exageros! E por isto garimpei uma lista de tipos de pimenta
da Revista Claudia, na internet, que será publicada na próxima edição. Aguarde!

Também pesquisei informações super interessantes sobre esta iguaria.


Você sabia que a pimenta é originária das Américas e que é um dos condimentos mais antigos da culinária? Pois é, os registros arqueológicos mais remotos de seu uso datam de aproximadamente 9 mil anos atrás, no México. E até hoje é uma característica sem dúvida marcante na culinária mexicana.

No Brasil, a pimenta já fazia parte da alimentação das nossas tribos indígenas. O país foi descoberto na Bahia e lá a pimenta, meu amigo, é quente! Faz parte da tradição culinária e quem não está acostumado, principalmente ao comer o famoso acarajé, deve se precaver. A pimenta da baiana (do acarajé) é fortíssima!

E quem sabe a pimenta não contribua para o jeito alegre e até mesmo meio “fogoso” do povo baiano? Oxente! É que a pimenta, que é um fruto, estimula a liberação de endorfina, proporcionando sensação de bem estar e melhorando o humor de quem consome regularmente. E, como garante o chef de cozinha Rodrigo Oliveira (restaurante nordestino Mocotó, em São Paulo), “dá alegria e é provocante e sensual”. Tá explicado então, não disse?!

Mas lembre-se, vá com cautela! Por ser um tempero forte, o segredo, mais que nunca, está na moderação.

Acerte na escolha.

A pimenta mais fresquinha tem consistência firme e aparência brilhante, sem manchas. Um truque fácil é verificar se o cabinho, o pedúnculo está verde.

Nos supermercados, observe se o produto está em local bem ventilado e livre de odores. Já em casa, o melhor é conservá-lo na geladeira, em sacos de papel fechado.

A durabilidade, no entanto, varia de acordo com o tipo. O fruto fresco, se bem armazenado dura até 15 dias.

Ardida ou suave?

Para a pimenta também vale a famosa frase: quem vê cara não vê coração. Neste caso, quem vê cara, não vê ardor.

É que a aparência não permite identificar se uma pimenta é ou não muito ardida. “Dois tipos parecidos podem diferir muito em relação a essa característica”, explica Rosa Barbieri, da Embrapa.

Isso porque a capsaicina, substância que causa a ardência , está concentrada nas fibras internas do fruto.

E atenção: o ardor não atinge apenas a boca. As mãos devem ser protegidas com luvas na hora de manusear a pimenta.Passar a mão ardida nos olhos é uma experiência não recomendada!

“Um truque para deixá-la menos picante é remover cuidadosamente a camada interna e as sementes”, ensina a pesquisadora.

Mas os cuidados no consumo são mais tranqüilos. “Esse condimento pode ser consumido até por crianças. No México, por exemplo, elas adoram balas e pirulitos cobertos com pó de pimenta vermelha, bem ardida. È uma questão cultural”, garante Rosa.

Na próxima edição, traremos uma seleção de pimentas, todas cultivadas no Brasil, selecionadas pela equipe da Revista Cláudia.


Gostou das dicas? Até a próxima postagem!

Marcia Cruz
cruzmarcia@gmail.com

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